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BRASIL & ANGOLA OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS
DADOS BÁSICOS DO PAÍS
1. Nome oficial: República de Angola
2. Capital : Luanda
3. Estrutura Administrativa : 18 Províncias
4. Festa nacional : 11 de novembro
5. Regime Político: Semi Presidencial – Democrático
(o Poder Legislativo é composto pela Assembléia Nacional)
6. Presidente: José Eduardo dos Santos
7. Principais Partidos : MPLA, UNITA e FNLA,
8. Religião: 70% ritos africanos e 30% cristãos
9. Língua oficial : Português
10. Principais cidades : Luanda, Huambo, Lubango e Cabinda
11. Moeda : Kwanza
Símbolo : Kz (não é divido em centavos)
12. Fuso horário : GMT (em relação a Brasília
: + 4)
13. Superfície Total : 1.246,7 km 2º
14. População : 13 milhões
15. Densidade demográfica 10,5 habitantes por km2 em 2003
16. Índice de alfabetização : 43%
17. Taxa de escolarização : 57%
18. Inflação: 72% em 2003
19. PIB per capita US$ 888.00 em 2003
20. PIB : US$ 12.7 bilhões em 2003
21. PNB : US$ milhões 7,1 em 1999
22. Taxa de crescimento do PIB % : 1,5 em 2003
PERFIL
DE ANGOLA
GEOGRAFIA Situada na parte Sudoeste do Continente Africano, nas zonas subequatorial e tropical do hemisfério Sul. A extensão do país do Norte ao Sul é de quase 1300 kilometros, e do Oeste ao Leste de 1.250 kilometros. A extensão das fronteiras é de 5.198 kilometros. Ao Norte e ao Nordeste tem fronteira com a República Democrática do Congo e com a República do Congo, ao Sudeste com Zâmbia e ao Sul com a Namíbia. A fronteira Oeste de Angola é banhada pelo oceano Atlântico. A extensão da linha litoral é de 1.600 kilometros.
GOVERNO
Angola é
um Estado de Direito Democrático, com um presidente eleito por
um mandato de 4 anos e reelegível. O atual Chefe de Estado é
o Presidente José Eduardo dos Santos, eleito em 30 de setembro
de 1992. O Primeiro-Ministro, nomeado pelo Presidente da República,
é Fernando da Piedade Dias dos Santos. A atual Constituição
angolana foi promulgada em setembro de 1992. Aboliu toda referência
ao socialismo e à noção de unipartidarismo, introduzindo
o multipartidarismo, além de determinar a estabilidade e a separação
dos poderes.
O Poder Legislativo é exercido pela Assembléia Nacional,
com 322 assentos. Os integrantes da Assembléia Nacional são
eleitos por voto popular direto. O atual Ministro das Relações
Exteriores é João Bernardo de Miranda. O idioma oficial
é o Português, mas existem línguas nacionais, das
quais as mais conhecidas são o Kimbundo falado em Luanda e no Norte,
e o Umbundo nas regiões Centro e Sul.
POPULAÇÃO
A população
angolana é estimada aproximadamente em 12 milhões de habitantes
em 1999/2000. Caracteriza-se por uma estrutura etária jovem, onde
49% têm uma idade inferior a 15 anos. A estrutura etária
é o reflexo de alta fecundidade (taxa de fecundidade total 7.2
filhos por mulheres) associada a altas taxas de mortalidade infantil (150
por mil) e de mortalidade infanto-juvenil (250 por mil). A taxa de crescimento
anual é estimada em 3% , sendo considerada uma das mais altas do
mundo e superior à do continente africano que foi 2,6 por ano no
qüinqüênio 1995/2000. A maior parte da população
angolana vive no norte do país, onde a indústria e a agricultura
estão concentradas. Luanda é a capital política,
administrativa, econômica e cultural, com uma população
estimada em 5 milhões de habitantes.
EDUCAÇÃO
A Constituição
angolana, na seção sobre os direitos e deveres fundamentais,
estabelece que compete à família, com o apoio do Estado,
promover e assegurar a educação integral das crianças
e dos jovens (Art. 29´). A educação, sendo um fator
chave na formação de capital humano, é também
uma das forças motoras do desenvolvimento. O desenvolvimento de
Angola a longo prazo dependerá em grande parte da melhoria dos
níveis de acesso e dos resultados da educação, de
modo que o país tenha uma população alfabetizada
e com formação adequada, com níveis funcionais de
conhecimentos.
RELIGIÃO
Os angolanos professam tanto o Cristianismo (Catolicismo
e Protestantismo) como praticam os rituais africanos tradicionais
DIVISÃO
TERRITORIAL
Quanto
à divisão territorial, Angola é composta de 18 Províncias.
São elas: Bengo, Benguela, Bié, Cabinda, Cuando Cubango,
Cunene, Huambo, Huíla, Kwanza Norte, Kwanza Sul, Luanda, Lunda
Norte, Lunda Sul, Malange, Moxico, Namibe, Uíge e Zaire. As Províncias
estão subdivididas em 164 municípios, englobando 376 comunas
e 1671 povoações.
PORTOS
Principais portos são : Cabinda, Lobito, Luanda,
Namibe. Os transportes marítimos constituem o principal meio de
comércio externo. Sua infra-estrutura, em termos gerais, se apresenta
em condições bastante aceitáveis, o que tem permitido
dar resposta ao enorme tráfico de mercadorias.
RELAÇÕES
DIPLOMÁTICAS
Angola mantém relações diplomáticas com a
maioria dos países do mundo, é membro das organizações
e organismos internacionais e regionais enumerados a seguir : ONU, OUA,
FAO, FMI, OIT, OMT, OMC, UNESCO, MIGA, SADC, PNUD, UNCTAD, COMESA, BAD,
PALOP'S, CPLP e Banco Mundial.
POLITICA EXTERNA
A diplomacia angolana tem revelado interesse e qualidades inquestionáveis
na promoção da estabilidade política e militar, sobretudo
na região central da África. As forças militares
angolanas também contam com nível superior de preparação
tática, técnica e material.
Nas Nações Unidas, a ativa diplomacia angolana busca defender
os interesses nacionais e afinar posições com países
amigos, dentre os quais o Brasil. Angola ocupa hoje um assento não
permanente no Conselho de Segurança.
Para Angola, a CPLP é instrumento de cooperação,
de defesa e difusão da língua portuguesa bem coo de concertação
político-diplomática.
Recentemente, Angola teve papel destacado nas crises políticas
que afligiram São Tomé e Príncipe e Guiné
Bissau.
Visitas de autoridades brasileiras a Angola:
- maio de 2003: Ministro das Relações Exteriores, Celso
Amorim;
- abril de 2003: Ministro da Cultura, Gilberto Gil;
- setembro de 2003: Prefeito de Osasco, Senhor Celso Giglio;
- outubro de 2003: Ministra Matilde Ribeiro, Secretaria Especial
de Política de Promoção da Igualdade Racial;
- novembro de 2003: Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2 a 4);
e
- janeiro de 2004: Ministro José Fritsch (23 a 26). SEAP
- maio de 2004: Sr. Régis Dias (24 a 28) – Secretário
do Desenvolvimento Econômico do Estado do Ceará.
O PAPEL DO PETRÓLEO NA ECONOMIA
O crescimento da indústria petrolífera em Angola, protegida
da guerra devido ao fato de se localizar principalmente offshore e de
incentivos fiscais atraentes, é um dos resultados mais bem sucedidos
das últimas duas décadas. Foram descobertos em águas
profundas ao largo do litoral angolano mais de 8 bilhões de barris
de petróleo durante a última década, tornando Angola
numa das zonas de exploração petrolífera mais bem
sucedidas no mundo – e uma das mais procuradas pelas empresas internacionais.
Angola aumentou já a sua produção de petróleo
em mais de 550% desde 1980, para mais de 1000 mil barris por dia no primeiro
semestre de 2003. Angola é hoje o segundo maior produtor de petróleo
na África Subsaariana, a seguir à Nigéria.
Segundo os dados das contas nacionais do Ministério do Planeamento,
a expansão do setor petrolífero e a contração
da maior parte dos outros setores da economia resultaram no crescimento
da parcela do setor petrolífero no PIB de 20% em 1991 para 54%
em 2001. A dependência do petróleo é ainda mais acentuada
em termos das receitas de exportação ou das receitas governamentais.
Nos últimos anos, o setor petrolífero correspondeu a mais
de 80% das receitas governamentais e perto de 90% das exportações
de bens.
O governo angolano está atento às distorções
econômicas que, usualmente, atingem os grandes produtores de petróleo
e encaminha seu processo de reconstrução nacional de modo
a estimular o crescimento de setores relevantes, tais como a agricultura
e a indústria.
TENDÊNCIAS ECONÔMICAS
|
INDICADORES ECONÔMICOS
(Dados do PNUD e do Min. Do Planeamento) |
1999 |
2000 |
2001
|
2002
(estimativas) |
2003
(estimativas) |
|
PIB – US$ bilhões |
6.088 |
8.864 |
9.472 |
10.2 |
|
|
PIB\Despesas % |
82,6 |
60,7 |
48,6 |
|
|
|
PIB – Crescimento % |
3,3 |
3,0 |
3,2 |
|
|
|
RENDA PER CAPITA – US$ |
468 |
661 |
686 |
734.00 |
|
|
INFLAÇÃO - % |
329 |
268 |
116 |
|
72% |
|
EXPORTAÇÃO de bens (FOB)– US$ milhões |
5.225 |
7.885 |
6.704 |
6.534,32 |
|
|
IMPORTAÇÃO de bens (FOB)– US$ milhões |
3.109 |
3.147 |
3.325 |
3.179,18 |
|
|
DÍVIDA EXTERIOR |
11.252 |
10.541 |
9.8 |
9.9 |
|
|
SERVIÇO / DÍVIDA EXP % |
208% |
128% |
|
|
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|
RESERVAS AO MES/Imp |
1,9 |
4,6 |
2,6 |
|
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|
TAXA/CAMBIO (KZ = US$) |
2,84 |
10,03 |
21,60 |
65,0 |
84.0 |
|
PNB (Poupança Nacional Bruta) |
7,1 |
|
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MARKETING DOS PRODUTOS E SERVICOS BRASILEIROS EM ANGOLA
Apresentam-se,
a seguir, as oportunidades de negócios que representam potencial
tanto na demanda do mercado angolano quanto na oferta do mercado brasileiro.
Na sequência, são informados os meios para o marketing de
produtos brasileiros em Angola via canais de distribuição,
publicidade e promoção comercial.
OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS AGRICULTURA
Este é um setor prioritário que possibilita aos investidores
concessões de até 2.000 hectares por tempo indefinido, desde
que sejam respeitados os objetivos contidos na respectiva licença.
Os bens ligados diretamente à produção podem ser
exportados com isenção de taxas aduaneiras.
PESCA
Setor
que apresenta grande potencial e participação significativa
no PIB. A principal oportunidade de investimento é a exploração
de licenças de pesca de cerco e arrasto, em associação
com armadores nacionais, estaleiros de pequena dimensão e gestão
de empresas transformadoras.
CAFEICULTURA Setor social e economicamente prioritário, oferece centenas de empresas de pequena e média dimensão para reabilitação, nas províncias do Uíge, Kwanza Norte, Bengo e Kwanza Sul. CONSTRUÇÃO CIVIL A principal oportunidade deste setor, aponta para a produção de diversos materiais de construção, em geral, além do planejamento e até execução de obras. INFRAESTRUTURA
Rodoviária e ferroviária: há necessidade de
reabilitação de estradas, pontes, caminhos de ferro, barragens,
entre outras, de forma a permitir o estabelecimento da ligação
entre as Províncias do país.
Existem também enormes carências infra-estruturais nas áreas
educacional, habitacional, de saúde e saneamento básico.
GEOLOGIA E MINAS Considerado um dos setores de consolidação da economia angolana, oferece a possibilidade de exploração por concessão direta ou em associação com concessionários angolanos, de minas (média dimensão) de quartzo, mármore, rochas ornamentais, água, diamante, ouro, etc. PRODUTOS ALIMENTÍCIOS E BEBIDAS O Brasil pode competir no fornecimento de polpas de frutas, conservas de frutas de figo e ameixa, palmito, caramelos, bombons, café, legumes secos, carne congelada, frango, vinho, guaraná e outras matérias para a indústria alimentícia. TRANSPORTE PÚBLICO Setor determinante para a reestruturação de Angola devido a existência de diversas áreas isoladas. A melhoria do tráfego entre os centros urbanos e rurais tem importância decisiva no processo político de pacificação.
AVIAÇÃO:
No
tocante ao transporte aéreo, a companhia aérea nacional
(TAAG) assegura o transporte entre as principais cidades do país,
assim como as ligações internacionais, existindo, também,
várias companhias privadas a operar vôos domésticos.
Existem 32 aeroportos, sendo o aeroporto de Luanda servido por diversas
transportadoras aéreas internacionais. A EMBRAER exportou para
as Forças Armadas Angolana alguns Tucanos. Existe uma linha semanal
da TAAG para o Rio de Janeiro.
TELECOMUNICAÇÕES
O setor, na última década, optou por desenvolver
ações que concorressem para a expansão e modernização
da telefonia móvel e dos serviços prestados nas áreas
urbanas e periféricas de Luanda, através da introdução
do sistema digital.
SETOR AUTOMOTIVO
O mercado angolano de autopeças
e pneus também é atraente porque existe uma quantidade enorme
de carros antigos em funcionamento que precisam de freqüente manutenção.
MÉDICO HOSPITALAR
Há mercado para a comercialização de medicamentos,
instalação de consultórios, centros de exames e diagnósticos
e exploração de clínicas, com ou sem profissionais
angolanos.e consultórios, centros de exames e diagnósticos
e exploração de clínicas com ou sem profissionais
angolanos.
INDÚSTRIA
O programa do governo prioriza a reabilitação
do setor produtivo, no âmbito mais geral da redução
e/ou substituição de importações. A indústria
angolana é integrada por dezenas de pequenas e médias empresas,
em sua maior parte total ou parcialmente paralisadas. Esse aspecto, conjugado
com a possibilidade de recurso a fontes de financiamento interno, para
empresas nacionais, em associação com investidores estrangeiros
e a execução de projetos como o Programa de Atualização
Tecnológica da Indústria Angolana – PATIA, Redimensionamento
e privatização, proporcionam excelentes oportunidades.
FORMAÇÃO PROFISSIONAL
Existe a oportunidade para a abertura de centros de formação
em associação ou não com entidades públicas.
Trata-se de campo em que o Brasil pode dar uma efetiva contribuição
para o desenvolvimento de Angola.
ENERGIA E ÁGUAS
Angola possui imenso potencial hidroelétrico. Contudo, o
sistema de produção e transformação de energia
foi, ao longo dos anos, bastante afetado pela guerra. A produção
de energia elétrica no período de 1991 a 2000 foi assegurada
por centrais hídricas e térmicas. Em 2000, a produção
total de energia elétrica foi de 1.426,04 GWh, sendo 64,12% de
origem hídrica e 35,88% térmica. Com a início do
funcionamento das primeiras duas turbinas da hidrelétrica de Capanda,
construída pela empreiteira brasileira Norberto Odebrecht, 260
mil quilowats foram acrescentados à geração nacional.
TÊXTEIS Os vestuários em geral podem ser explorados pelo mercado brasileiro, bem como os artigos de cama, mesa e banho. COURO
Há boas oportunidades de investimento no mercado
de bolsas, calçados e acessórios em Angola.
INCENTIVOS A ATIVIDADE EMPRESARIAL
É assegurado aos investidores estrangeiros
um tratamento justo, não discriminatório e eqüitativo,
bem como o pagamento de uma indenização justa, pronta e
efetiva, no caso excepcional do “quid” do investimento ser
expropriado ou nacionalizado pelo Estado, por motivos ponderosos de interesse
público. Como garantia adicional, os investimentos estrangeiros
podem socorre-se dos mecanismos postos ao seu dispor pela MIGA –
The Multilateral Investment Guarantee Agency, da qual Angola é
membro, para assegurar o investimento.A ANIP – Agência Nacional
de Investimento Privado foi criada pelo governo angolano em 2003, em substituição
ao Instituto de Investimento Estrangeiro – IIE, tendo como principal
função promover o investimento privado em Angola.
A ANIP recebe e acompanha todos os projetos de investimento privado estrangeiro,
desenvolvendo também iniciativas que permitam o estabelecimento
de acordos de parceria entre os investidores estrangeiros e nacionais.
A Lei nr. 15/94 do Investimento Estrangeiro tornou o cenário jurídico
legal angolano o mais atrativo possível para potenciais investidores,
mantendo-se presente, todavia, a salvaguarda dos interesses essenciais
do Estado.
Em 13 de maio de 2003 foi atualizada a Lei de Bases do Investimento Privado,
que, entre outros, define os princípios sobre o regime e os procedimentos
de acesso aos incentivos e facilidades a serem concedidos pelo Estado.
RECOMENDAÇÕES AOS EXPORTADORES BRASILEIROS
Existe regulamentação específica para alguns
produtos, sendo de mencionar que a importação de sementes,
plantas e produtos de origem animal deverá ser acompanhada de um
certificado sanitário emitido no país de origem e que os
produtos farmacêuticos devem ser registrados junto do Ministério
da Saúde de Angola antes de ser efetuada a respectiva importação.
As importações angolanas são sujeitas ao pagamento
de imposto alfandegário que varia entre 2% e 35%. O imposto industrial
é de 35%. As importações são sujeitas a um
imposto de SELO (Atos, papéis e outros documentação),
no valor de 1% sobre as vendas mensais. Existe outro imposto, de consumo,
cuja porcentagem varia conforme o produto listado pelo Decreto nr. 41,
de 10 de dezembro de 1999. Se algum produto de comercialização
não constar desta listagem deverá ser aplicada taxa de 10%
ad valorem.
Os certificados Veterinário ou Fitossanitário são
documentos exigidos no caso de produtos de origem animal ou vegetal. Na
importação de bens de consumo, é obrigatória
a obtenção do Certificado Fitossanitário passado
pelo Laboratório Nacional do Comércio e autenticado pelo
Delegado de Saúde.
FEIRA INTERNACIONAL DE LUANDA - FILDA
AA
Filda é o evento mais marcante para os empresários, do ponto
de vista da “marketing” e de promoção de negócios,
não só interna mas também externamente, uma vez que
se trata de uma feira internacional com repercussão regional. A
21a Exposição da Filda, realizada em julho de 2004, contou
com a participação de 600 empresas de 31 países,
das quais 52 brasileiras.
Países participantes
África do Sul, Alemanha, Austrália, Botswana, Brasil, Cabo
Verde, China, Congo Democrático, Cuba, Espanha, EUA, França,
Ghana, Grécia, Índia, Israel, Itália, Moçambique,
Namíbia, Nigéria, Noruega, Países Baixos, Polônia,
Portugal, República Tcheca, Romênia, Rússia, São
Tomé e Príncipe, Suécia, Uruguai e Zimbábue.
Principais Setores representados
Máquinas e equipamentos industriais, equipamentos e material para
construção, agroquímicos, indústria elétrica
e eletrônica, equipamentos médico-hospitalares, mármore
e granito, telecomunicações e informática, máquinas
e implementos agrícolas, móveis em geral, automóveis,
companhia de indústria de bebidas e alimentação,
indústria metalúrgica e indústria metalomecânica..
INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES
Para informações mais completas, programação
de visitas, contatos e apoio local, as empresas e entidades empresariais
brasileiras interessadas poderão dirigir-se à Embaixada
do Brasil, Setor de Promoção Comercial, no seguinte endereço
:
Embaixada do Brasil
Setor Comercial – SECOM
Avenida Presidente Houari Boumedienne nr. 132
Miramar – Luanda – Angola
Telefones: (002442) 44 47 59/ 40 20 10/ 44 13 07
Fax : (002442) 44 49 13
e-mail : emb.bras1@ebonet.net
FONTES
Revista Ásia e África – Hoje (edição
especial)
Economia - Jornal de Angola e Angop (12.07.03)
Catálogo da Filda-2003
PNUD – Relatório junho de 2003
NEPAD – Relatório julho de 2003
Angola maço de referência do MRE/DAF-II/2003
ONU – Avaliação Conjunta/2002
Revista – Espaço África
EIU. The Economist Intelligence Unit – Fev 2004
Elaborado por: Elizabeth Bretas de Souza – 25.09.2003
Revisado em: 01/novembro/2004
Colaboração de: Risoleta Monteiro
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