Sons da Escrita 134
 Compasso
a compasso, palavra a palavra, alinham-se, rigorosos, os sons da
escrita.Quando um homem
interroga a água pura dos sentidos e ousa caminhar, serenamente, os
esquecidos atalhos de todas as memórias, acontecem viagens — viagens
entre o quase tudo e o quase
nada.Então, da
raíz dos nervos da memória surge a planta de uma vida escutada no
silêncio dos sons da
escrita.Sons da Escrita
– à volta de uma ideia de José-António
Moreira. Textos
de intervenção.7 (José de Almeida
Negreiros)Todo aquele que cuide que
lhe bastará para progredir na sua profissão o ser probo nos seus
estudos e produções, engana-se terrivelmente, pois que lhe falta ainda
e sobretudo o seu dever cívico de encarreirar as gentes e livrá-las
dos glosistas, pasticheurs e até mixordeiros de toda e qualquer
profissão. É urgente e actualíssimo vir até ao público
e denunciar-lhe como o comem por parvo com falcatruas, e lhe dão gato por
lebre.Efectivamente o único complicado
aqui é a maneira de liquidar os manhosos. É complicado porque eles
escapariam até ao gases asfixiantes! É complicado porque eles conhecem
a fundo e melhor do que ninguém como funciona a superstição
sentimental das gentes e, confessâmo-lo, servem-se dela admiravelmente.
Tão admiravelmente que ganham sempre com as recansadas fórmulas que
ainda são inéditas para tantos: oficiais do mesmo ofício,
invejas, concorrências, etc., evitando simplesmente a polémica
técnica e a discussão do mérito. E francamente, eles não
deixam de ter carradas de razão, carradíssimas de razão ao
confiar em que isso do mérito em Portugal é questão de cara ou
coroa. Pois apesar disso ainda fazem batota por cima. Por cima, não, por
baixo: de cócoras, beijoqueiros, manteigueiros e por último
descarados. Um autêntico e constante desfile de atropeladores à coca
do lugar de falso prestígio. E chegam lá. Depois
rebentam. We
can work it out (Phil Keaggy) Try to
see it my way,Do I have to keep on talking
till I can't go on?While you see it your
way,Run the risk of knowing that our love
may soon be gone.We can work it
out,We can work it
out.Think of what you're
saying.You can get it wrong and still you
think that it's all right.Think of what I'm
saying,We can work it out and get it
straight, or say good night.We can work it
out,We can work it
out.Life is very short, and there's no
timeFor fussing and fighting, my
friend.I have always thought that it's a
crime,So I will ask you once
again.Try to see it my
way,Only time will tell if I am right or I
am wrong.While you see it your
wayThere's a chance that we might fall apart
before too long.We can work it
out,We can work it
out.Life is very short, and there's no
timeFor fussing and fighting, my
friend.I have always thought that it's a
crime,So I will ask you once
again.Try to see it my
way,Only time will tell if I am right or I
am wrong.While you see it your
wayThere's a chance that we might fall apart
before too long.We can work it
out,We can work it out.
Textos
de intervenção.8 (José de Almeida
Negreiros)Declaremos a guerra ao empenho,
à cunha, à apresentação, ao salamaleque, à porta
travessa, à côterie, às amizades e às inimizades pessoais, e
a toda essa gama de pechotice que medra e faz medrar a marmelada nacional. E,
sobretudo, com toda a serenidade, lancemo-nos definitivamente ao ataque dos
manhosos e dos prestígios, esta vergonha maior de Portugal, e que seja
tão nítido o nosso ataque, tão clara a nossa razão e
tão serena a nossa atitude, que, nunca mais aconteça o que até
aqui, em que a nossa indignação e protesto eram movidos com tão
justo calor português que nem se davam conta das falhas que arrasta consigo
a sinceridade sem a companhia da serenidade, essas falhas legitimamente nossas e
que as sabem tão bem pescar os manhosos, ou como diz o povo, os
aldrabões. Lies
(Camel)Tell me no
lies,has peace
arrived...Or, is this some
kind of
joke?What a
surprise,you don't
realise...There's some
things you don't
own.Can you
disguise,can you
simplify...This change you
put me
through?Can you
revive,and will I
survive...This life you've
brought me
to? Manifesto
Anti-Dantas (José de Almeida
Negreiros)Basta pum
basta!!!Uma geração que consente
deixar-se representar por um Dantas é uma geração que nunca o
foi. É um coio d'indigentes, d'indignos e de cegos! É uma resma de
charlatães e de vendidos, e só pode parir abaixo de
zero!Abaixo a
geração!Morra o Dantas, morra!
Pim!Uma geração com um Dantas a
cavalo é um burro impotente!Uma
geração com um Dantas ao leme é uma canoa em
seco!O Dantas é um
cigano!O Dantas é meio
cigano!O Dantas saberá gramática,
saberá sintaxe, saberá medicina, saberá fazer ceias pra cardeais,
saberá tudo menos escrever que é a única coisa que ele
faz!O Dantas pesca tanto de poesia que até
faz sonetos com ligas de duquesas!O Dantas
é um habilidoso!O Dantas veste-se
mal!O Dantas usa ceroulas de
malha!O Dantas especula e inocula os
concubinos!O Dantas é
Dantas!O Dantas é
Júlio!Morra o Dantas, morra!
Pim!O Dantas fez uma soror Mariana que tanto o
podia ser como a soror Inês ou a Inês de Castro, ou a Leonor Teles, ou
o Mestre d'Avis, ou a Dona Constança, ou a Nau Catrineta, ou a Maria
Rapaz!E o Dantas teve claque! E o Dantas teve
palmas! E o Dantas agradeceu!O Dantas é um
ciganão!Não é preciso ir
pró Rossio pra se ser pantomineiro, basta ser-se
pantomineiro!Não é preciso
disfarçar-se pra se ser salteador, basta escrever como o Dantas! Basta
não ter escrúpulos nem morais, nem artísticos, nem humanos! Basta
andar com as modas, com as políticas e com as opiniões! Basta usar o
tal sorrisinho, basta ser muito delicado, e usar coco e olhos meigos! Basta ser
Judas! Basta ser Dantas!Morra o Dantas, morra!
Pim!O Dantas nasceu para provar que nem todos
os que escrevem sabem escrever!O Dantas é
um autómato que deita pra fora o que a gente já sabe o que vai sair...
Mas é preciso deitar dinheiro!O Dantas
é um soneto dele-próprio!O Dantas em
génio nem chega a pólvora seca e em talento é
pim-pam-pum.O Dantas nu é
horroroso!O Dantas cheira mal da
boca!Morra o Dantas, morra!
Pim!O Dantas é o escárnio da
consciência!Se o Dantas é
português eu quero ser espanhol!O Dantas
é a vergonha da intelectualidade
portuguesa!O Dantas é a meta da
decadência mental!E ainda há quem
não core quando diz admirar o Dantas!E
ainda há quem lhe estenda a mão!E
quem lhe lave a roupa!E quem tenha dó do
Dantas!E ainda há quem duvide que o Dantas
não vale nada, e que não sabe nada, e que nem é inteligente, nem
decente, nem zero!Vocês não sabem
quem é a soror Mariana do Dantas? Eu vou-lhes
contar:A princípio, por cartazes,
entrevistas e outras preparações com as quais nada temos que ver,
pensei tratar-se de soror Mariana Alcoforado a pseudo autora daquelas cartas
francesas que dois ilustres senhores desta terra não descansaram enquanto
não estragaram pra português, quando subiu o pano também não
fui capaz de distinguir porque era noite muito escura e só depois de meio
acto é que descobri que era de madrugada porque o bispo de Beja disse que
tinha estado à espera do nascer do Sol!A
Mariana vem descendo uma escada estreitíssima mas não vem só,
traz também o Chamilly que eu não cheguei a ver, ouvindo apenas uma
voz muito conhecida aqui na Brasileira do Chiado. Pouco depois o bispo de Beja
é que me disse que ele trazia calções
vermelhos.A Mariana e o Chamilly estão
sozinhos em cena, e às escuras, dando a entender perfeitamente que fizeram
indecências no quarto. Depois o Chamilly, completamente satisfeito,
despede-se e salta pela janela com grande mágoa da freira lacrimosa. E
ainda hoje os turistas têm ocasião de observar as grades arrombadas da
janela do quinto andar do Convento da Conceição de Beja na Rua do
Touro, por onde se diz que fugiu o célebre capitão de cavalos em Paris
e dentista em Lisboa.A Mariana que é
histérica começa a chorar desatinadamente nos braços da sua
confidente e excelente pau de cabeleira soror
Inês.Vêm descendo pla dita
estreitíssima escada, várias Marianas, todas iguais e de candeias
acesas, menos uma que usa óculos e bengala e anda toda curvada prá
frente o que quer dizer que é abadessa.E
seria até uma excelente personificação das bruxas de Goya se
quando falasse não tivesse aquela voz tão fresca e maviosa da Tia
Felicidade da vizinha do lado. E reparando nos dois vultos interroga
espaçadamente com cadência, austeridade e imensa falta de corda...
Quem está aí?... E de candeias
apagadas?- Foi o vento, dizem as pobres
inocentes varadas de terror... E a abadessa que só é velha nos
óculos, na bengala e em andar curvada prá frente manda tocar a sineta
que é um dó d'alma o ouvi-la assim tão debilitada. Vão todas
pró coro, mas eis que, de repente, batem no portão sem se anunciar nem
limpar-se da poeira, sobe a escada e entra plo salão um bispo de Beja que
quando era novo fez brejeirices com a menina do
chocolate.Agora completamente emendado revela
à abadessa que sabe por cartas que há homens que vão às
mulheres do convento e que ainda há pouco vira um de cavalos a saltar pla
janela. A abadessa diz que efectivamente já há tempos que vinha dando
pela falta de galinhas e tão inocentinha, coitada, que naqueles oitenta
anos ainda não teve tempo pra descobrir a razão da humanidade estar
dividida em homens e mulheres. Depois de sérios embaraços do bispo
é que ela deu com o atrevimento e mandou chamar as duas freiras de há
pouco com as candeias apagadas. Nesta altura esta peça policial toma uma
pedaço d'interesse porque o bispo ora parece um polícia de
investigação disfarçado em bispo, ora um bispo com a falta de
delicadeza de um polícia d'investigação, e tão perspicaz que
descobre em menos de meio minuto o que o público já está farto de
saber - que a Mariana dormiu com o Noel. O pior é que a Mariana foi à
serra com as indiscrições do bispo e desata a berrar, a berrar como
quem se estava marimbando pra tudo aquilo. Esteve mesmo muito perto de se
estrear com um par de murros na coroa do bispo no que se mostrou de um
atrevimento, de uma insolência e de uma decisão refilona que excedeu
todas as expectativas.Ouve-se uma corneta tocar
uma marcha de clarins e Mariana sentindo nas patas dos cavalos toda a alma do
seu preferido foi qual pardalito engaiolado a correr até às grades da
janela gritar desalmadamente plo seu Noel. Grita, assobia e rodopia e pia e
rasga-se e magoa-se e cai de costas com um acidente, do que já previamente
tinha avisado o público e o pano cai e o espectador também cai da
paciência abaixo e desata numa destas pateadas tão enormes e tão
monumentais que todos os jornais de Lisboa no dia seguinte foram unânimes
naquele êxito teatral do Dantas.A
única consolação que os espectadores decentes tiveram foi a
certeza de que aquilo não era a soror Mariana Alcoforado mas sim uma
merdariana-aldantascufurado que tinha cheliques e exageros
sexuais.Continue o senhor Dantas a escrever
assim que há-de ganhar muito com o Alcufurado e há-de ver que ainda
apanha uma estátua de prata por um ourives do Porto, e uma
exposição das maquetes pró seu monumento erecto por
subscrição nacional do "Século" a favor dos feridos da guerra, e
a Praça de Camões mudada em Praça Dr. Júlio Dantas, e com
festas da cidade plos aniversários, e sabonetes em conta "Júlio
Dantas" e pasta Dantas prós dentes, e graxa Dantas prás botas e
Niveína Dantas, e comprimidos Dantas, e autoclismos Dantas e Dantas,
Dantas, Dantas, Dantas... E limonadas
Dantas-Magnésia.E fique sabendo o Dantas
que se um dia houver justiça em Portugal todo o mundo saberá que o
autor de Os Lusíadas é o Dantas que num rasgo memorável de
modéstia só consentiu a glória do seu pseudónimo
Camões.E fique sabendo o Dantas que se
todos fossem como eu, haveria tais munições de manguitos que levariam
dois séculos a gastar.Mas julgais que
nisto se resume literatura portuguesa? Não Mil vezes
não!Temos, além disto o Chianca que
já fez rimas prá Aljubarrota que deixou de ser a derrota dos
Castelhanos pra ser a derrota do Chianca.E as
pinoquices de Vasco Mendonça Alves passadas no tempo da avózinha! E as
infelicidades de Ramada Curto! E o talento insólito de Urbano Rodrigues! E
as gaitadas do Brun! E as traduções só pra homem do
ilustríssimo excelentíssimo senhor Mello Barreto! E o frei Matta Nunes
Moxo! E a Inês Sifilítica do Faustino! E as imbecelidades do Sousa
Costa! E mais pedantices do Dantas! E Alberto Sousa, o Dantas do desenho! E os
jornalistas do Século e da Capital e do Notícias e do Paiz e do Dia e
da Nação e da República e da Lucta e de todos, todos os jornais!
E os actores de todos os teatros! E todos os pintores das Belas-Artes e todos os
artistas de Portugal que eu não gosto. E os da Águia do Porto e os
palermas de Coimbra! E a estupidez do Oldemiro César e o Dr. José de
Figueiredo Amante do Museu e ah oh os Sousa Pinto hu hi e os burros de cacilhas
e os menus do Alfredo Guisado! E (o) raquítico Albino Forjaz de Sampaio,
crítico da Lucta a quem Fialho com imensa piada intrujou de que tinha
talento! E todos os que são políticos e artistas! E as
exposições anuais das Belas-Arte(s)! E todas as maquetas do
Marquês de Pombal! E as de Camões em Paris; e os Vaz, os Estrela, os
Lacerda, os Lucena, os Rosa, os Costa, os Almeida, os Camacho, os Cunha, os
Carneiro, os Barros, os Silva, os Gomes, os velhos, os idiotas, os arranjistas,
os impotentes, os celerados, os vendidos, os imbecis, os párias, os
ascetas, os Lopes, os Peixotos, os Motta, os Godinho, os Teixeira, os
Câmara, os diabo que os leve, os Constantino, os Tertuliano, os Grave, os
Mântua, os Bahia, os Mendonça, os Brazão, os Matos, os Alves, os
Albuquerques, os Sousas e todos os Dantas que houver por
aí!!!!!!!!!E as convicções
urgentes do Homem Cristo Pai e as convicções catitas do Homem Cristo
Filho!...E os concertos do Blanch! E as
estátuas ao leme, ao Eça e ao despertar e a tudo! E tudo o que seja
arte em Portugal! E tudo! Tudo por causa do
Dantas!Morra o Dantas, morra!
Pim!Portugal que com todos estes senhores
conseguiu a classificação do país mais atrasado da Europa e de
todo o Mundo! O país mais selvagem de todas as Áfricas! O exílio
dos degredados e dos indiferentes! A África reclusa dos europeus! O entulho
das desvantagens e dos sobejos! Portugal inteiro há-de abrir os olhos um
dia - se é que a sua cegueira não é incurável e então
gritará comigo, a meu lado, a necessidade que Portugal tem de ser qualquer
coisa de asseado!Morra o Dantas, morra!
Pim! José
de Almada Negreiros Poeta d'Orpheu
Futurista E
Tudo Genérico
finalO tempo de cada qual
é o justo para si. Não é dada a ninguém a ocasião da
polícia do tempo de outrem. De modo que à porta da nossa intimidade
havemos de pôr a admiração por aquele que vai entrar, tanto em
quanto diverge como em quanto coincide connosco. Por outras palavras: não
vale mais o nosso mistério do que o de outro qualquer. Só o
mistério chega inteiro ao
fim.Com amizade:
Davy Spillane, Mystic System, Win Kowa, Vangelis Papathanasious, Phil Keaggy,
Camel, José de Almada Negreiros e José-António
MoreiraQue teimosia
essa!…Sejam felizes!,
pelo menos nos próximos minutos, nas próximas horas, nos próximos
dias, no resto das vossas
vidas!É
possível?!Claro que é
possível!And in the
endthe love you'll
takeis equal to the love you
make
Posted: Sex - Setembro 28, 2007 at 12:00 AM
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Ecos dos Sons da Escrita
Antes do Podcasting, já existia o Sons da Escrita. Artigo publicado por Ana Ferreira [1 de Setembro de 2005].
A TSF, João Paulo Meneses e João Dias iniciaram a edição de uma série de programas — 'radio.com' — sobre o fenómeno Podcasting. Logo no primeiro programa, foi referido o Sons da Escrita [24 de Outubro de 2005].
ScreenShots dos Tops do agregador iTunes [6 de Janeiro de 2006].
Duas ou três notas de balanço e quem vai estar presente no Encontro de Podcasters, a realizar durante o Festival Black & White, da Universidade Católica do Porto [21 de Março de 2006].
Anúncio do Encontro de Podcasters no Festival Black & White, na Universidade Católica do Porto [30 de Março de 2006].
Resumo editado do que a TSF, no programa 'radio.com', transmitiu a partir do Encontro de Podcasters, realizado durante o Festival Black & White, organizado pela Universidade Católica do Porto [7 de Abril de 2006].
Resumo editado do que Duarte Velez Grilo e David Rodrigues, responsáveis pelo Podcast 'ptPodcast', publicaram a partir do registo que o Duarte teve a ideia (brilhante, digo eu!) de fazer para a posteridade do que aconteceu na Sessão-Debate, organizada durante o Festival Black & White [8 de Abril de 2006].
Entrevista conduzida por João Paulo Meneses aos Sons da Escrita, que foi para o ar na TSF, no programa 'rádio.com' [22 de Abril de 2006].
O primeiro inquérito feito aos Podcasters portugueses foi objecto do 'radio.com' (TSF), programa de João Paulo Meneses. Mais uma vez é feita uma referência aos Sons da Escrita, que pode ser ouvida num curto resumo editado. O programa completo pode ser ouvido nos arquivos da TSF e diz respeito à edição de 13 de Maio de 2006. O estudo foi realizado por Luís Bonixe, professor da Escola Superior de Educação de Portalegre.
[13 de Maio de 2006].
Texto publicado no Blog 'A nossa rádio' — ouvintes com opinião, por Álvaro José Ferreira [19 de Maio de 2006].
Os Sons da Escrita foram objecto da atenção do Podcaster Brasileiro, Alexandre Sena, que fez uma incursão sobre o trabalho de Podcasting que se faz em Portugal [22 de Maio de 2006].
No último 'radio.com', programa sobre Podcasting da TSF, João Paulo Meneses passou em revista o que se passou em 8 meses de programas. [3 de Junho de 2006].
Os Sons da Escrita foram destacados como Podcast da Semana pelo 'Podcasting sapo.pt' [13 de Junho de 2006].
Os Sons da Escrita participaram em várias acções de promoção do Podcasting. Depois das Fnac de Santa Catarina, Norte Shopping e Gaia Shopping, foi a vez de Coimbra. Esteve lá a Leonor Fernandes, que escreveu o artigo [21 de Junho de 2006].
Para que conste, ficam registados os tops do iTunes em 30 de Setembro [30 de Setembro de 2006].
Para que conste, ficam registados os tops do iTunes em 31 de Outubro [1 de Novembro de 2006].
Para que conste, ficam registados os tops do iTunes em 30 de Novembro [1 de Dezembro de 2006].
Para que conste, ficam registados os tops do iTunes nesta data:
1.º lugar na Categoria 'Artes'
1.º lugar na Categoria 'Literatura'
20.º lugar absoluto.
Podcast? | O que é isso?!
Chegaram aos SONS da ESCRITA, um Podcast, qualquer coisa parecida com um programa de rádio, que se pode ouvir a partir dos computadores.
Os SONS da ESCRITA são um AudioBlog ou, para quem preferir, um Podcast. Significa isto que aqui há áudio (Podcast), mas também há texto (Blog). O texto corresponde ao que se pode ouvir em cada programa dos SONS da ESCRITA.
Os 'agregadores' (sites que acolhem listagens de Podcasts) a partir dos quais podem fazer o download dos programas estão listados abaixo. Escolham o que vos aprouver. Basta um click e qualquer um vos levará aos SONS da ESCRITA, na versão áudio.
Os textos de cada emissão, bem como as 'letras' das músicas podem ser encontrados neste Blog na opção 'Ler' correspondente a cada programa.
Qualquer comentário (sempre bem aceite e, mesmo, desejado!) deve ser feito através da opção 'Comentar' correspondente a cada emissão ou por Email, através da opção 'Feedback'. Ninguém ficará sem resposta. A isto poderá chamar-se interacção, que é algo que falta na rádio. Sugestões, críticas arrasadoras e outras indulgências, podem e devem ser feitas!
Recomenda-se que os programas sejam ouvidos por Ciclos, já que há um tema que enquadra cada três programas. Os programas têm edição semanal e serão colocados 'ON AIR' às sextas-feiras.
Os critérios editoriais regem-se por ideias simples. O tema de cada ciclo pode ter origem num texto ou na música de um autor, havendo o cuidado de relacionar os textos com os textos das músicas escolhidas. Algumas vezes, porém, pode acontecer que seja só o ambiente sonoro a ligar as palavras, criando-lhes o contexto julgado mais adequado.
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Depois, é só pedir que sejam felizes, nos próximos minutos, nas próximas horas, nos próximos dias, no resto da vossa vida, se forem capazes.
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Published On: fev 21, 2008 08:11 PM
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